
Até 26 de abril, o Circuito Sesc de Artes chega à sua 18ª edição e integra as comemorações dos 80 anos do Sesc São Paulo, consolidando-se como a maior edição realizada. Ao longo de seis semanas, 133 municípios da Grande São Paulo, do interior e do litoral receberão 123 atividades artísticas gratuitas divididas em 12 roteiros diferentes, que somam mais de mil sessões em praças e espaços públicos.
Realizado pelo Sesc São Paulo em parceria com Prefeituras Municipais e Sindicatos do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o Circuito reafirma seu papel de articular territórios, democratizar o acesso à cultura e promover encontros entre diferentes linguagens e gerações artísticas. Teatro, música, dança, circo, cinema, literatura, artes visuais e tecnologias compõem uma programação diversa que ocupa o espaço público como lugar de convivência e experiência cultural.
Ao todo, 23 unidades estão envolvidas na realização do projeto. A programação na região atendida pelo Sesc Rio Preto passa por Tanabi (18 de abril), Votuporanga (19 de abril ), Fernandópolis (25 de abril) e Jales (26 de abril).
Em Jales e Fernandópolis, na música, o Grupo Baque Caipira apresenta Multiplicando Saberes, em que expressa a beleza visual e sonora da manifestação popular pernambucana Maracatu de Baque Virado, revivendo a musicalidade e a teatralidade dessa rica tradição cultural.
Também na área musical, o Baile do Kayque promove uma experiência vibrante. Conduzida pela discotecagem do DJ Kayque, a apresentação convida o público a se jogar na dança movido por diversas vertentes da Black Music, com destaque para o Rap, o R&B, o Soul, a Disco e a House.
O circo é representado pela Cia Lótus, que traz três artistas em desafios de força e gravidade no espetáculo Lótus. Números como Roda Cyr, Mastro Chinês e práticas de equilíbrio e acrobacia, em dupla ou em trio, prometem tirar o fôlego da plateia. A trilha musical e os efeitos sonoros executados ao vivo também são destaque.
Na área da literatura, o grupo Mandingueiras da Pracinha une mediação de leitura, contação de história e brincadeiras cantadas em um diálogo vivo com a Capoeira Angola e a cultura popular na atividade Quintal da palavra, Camará, que acontece dentro de uma instalação lúdica preparada para aguçar os sentidos.
No teatro, o Grupo Flor de Chita apresenta uma intervenção músico-teatral itinerante dedicada a celebrar o folclore brasileiro e tradições populares como a Catira e o Cavalo Marinho, numa apresentação com manipulação de objetos e adereços, Boi-bumbá e minibonecos de Olinda.
As artes visuais estão presentes por meio da oficina Criaturas Fantásticas com Colagem Manual. Durante a atividade, Lizis - Arte Colagem Experimental convida o público a colocar a imaginação para funcionar, criando peças de papel por meio de colagens livres. Ao final, todas as artes serão expostas em um varal poético e repleto de seres recém-inventados.
Já na atividade Estampando com Serigrafia, com Alcides Rodrigues - Amarelo Gráfico, cada participante terá a oportunidade de estampar camisetas ou sacolas de algodão para desfrutar de todas as etapas de uma customização e impressão serigráfica.




















